Blog do Kleber


The Goon - David Fincher invade mundo da animação.

Está rolando a famosa feira Comic-Con 2010 em San Diego onde diversas novidades no mundo do entretenimento são apresentadas. São diversos eventos envolvendo o mundo das séries, filmes, qudrinhos e muito mais.

E uma das novidades interessantes que surgiu por lá foi o primeiro teaser da adapatação em animação dos quadrinhos The Goon, uma espécie de caçador de zumbis ou coisas próximas disso. E o pai da criança é nada mais nada menos que David Fincher, a mente insana por trás de "Clube da luta". Deem uma olhada no trailer que dá uma ideia da bizarrice que está a caminho.



Escrito por Kleber Macedo às 11h52
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O novo blog finalmente no ar.

Demorou desde o anúncio por aqui de um novo blog mais voltado para varieades e cutura pop, que era o que meio que se fazia por aqui, e cujo conteúdo seria desenvolvido por mais pessoas com muitas ideias na cabeça e muita vontade de escrever.

Depois de conseguirmos vencer uma penca de empecilhos como nome, identidade visual entre outros, é com orgulho e certa apreensão de como o negócio vai repercurtir (se é que vai repercurtir) que anúncio a vinda ao mundo de popjumble.wordpress.com.

Agora é ir ajustando as arestas, determinando o estilo dos textos, o conteúdo, deixar cada vez mais bacana visualmente e produzir muito, pra que vocês tenham uma fonte confiável (será?) de dicas e críticas sobre os mais variados assuntos.

Esperamos que gostem.

popjumble.wordpress.com



Escrito por Kleber Macedo às 11h46
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Minha vez de virar vidraça.

Um dos últimos trabalhinhos em animação do qual participei que cabe publicar. Ainda mais que já estamos tomados pelo clima de Copa do Mundo.

É um vídeo de divulgação do início das transmissões em alta definição da TV Vanguarda, uma retransmissora da Globo no Vale do Paraíba.

Infelizmente, não tenho o vídeo numa qualidade decente pra publicar aqui, então vai o do Youtube mesmo. Dá pra ter uma ideia.

As animações são minhas, de Sergio Spina e Rodrigo Mendes. Modelagem, terxturização, iluminação e render por Rafael Ribas e Sergio Spina.

Vejam e sejam cortezes nos comentários, por favor.



Escrito por Kleber Macedo às 22h05
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Novidades e bye bye escrita solitária.

Não existe uma regra que determine que um blog tenha que ser um exercício solitário. Por isso mesmo, eu e mais dois mundrungos com alguma coisa na cachola decidimos juntar nossas forças e toques nos teclados para fazermos um blog solidário. Isso quer dizer que teremos mais opiniões, mais e variados conteúdos e mais gente em quem os leitores, se houverem, podem descer o porrete caso não concordem com os escribas.

Não dá pra adiantar muita coisa ainda, senão estraga a surpresa. Mas a princípio o que posso dizer é que será voltado pra variedades, mais ou menos como este blog, só que com bastante cultura pop e com muito mais material pra ler, já que teremos mais oompa loompas nas máquinas.

E pela falta de atualização por aqui, dá pra ver como é difícil manter um troço desses sozinho e sem cobrança. Então, este blog será segmentado pra animação e pra divulgação de trabalhos. As resenhas, gostem delas ou não, vão pro novo blog.

Assim que a tinta da redação secar eu aviso por aqui.



Escrito por Kleber Macedo às 21h55
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Os efeitos especiais também merecem o paraíso, Wilker.

Não sou crítico de cinema nem de coisa alguma. Nem tenho tanta pretenção. Dou apenas algumas opiniões sem muita propriedade sobre o que vier na telha para desenferrujar as engrenagens da cabeça. Mas respeito os críticos que leio, seja lá sobre o assunto que for. Porque? Porque me ajudam a não ver o objeto da crítica apenas com o lugar comum do chato ou legal. E porque são pessoas que, normalmente, sabem o que estão falando, e inspiram a divergir caso não se concorde com suas opiniões.

E qualquer um pode ser eventualmente um crítico? É evidente que não. O negócio exige uma sólida base de conhecimentos múltiplos, uma boa capacidade de observação e análise e um outro tanto de capacidade discursiva para transmitir uma ideia. José Wilker, e quem escala o dito cujo pra comentar premiações do Oscar na Globo, pecam justamente pela falta das condições para uma boa avaliação citadas anteriormente e da falta de algum bom senso.

Não é o caso de declarar que Wilker é uma besta quadrada. Ele é do meio e tem dezenas de filmes e novelas no currículo. Simplesmente critica ou comentário não é a dele. E a maneira como desmereceu certos filmes concorrentes durante a cerimônia (e não foi a primeira vez) deixa seu despreparao e empáfia bem claros.

As colocações depreciativas do comentarista atingem principalmente os filmes com muitos efeitos especiais e de animação. No primeiro caso, Wilker acredita que efeitos servem tão somente como instrumento para tapar buracos criativos e compensar a falta de bons roteiros. "Avatar" inclusive é só mais um filme, numa simplificação absurda. Já animação, e a maneira como observou "Up" não nega, não passa de uma coisa boboca para crianças.

Tentar destrinchar um filme ou qualquer outra produção artística a fim de entendê-la com alguma profundidade independente do gênero, não configura pose de intelectual. Já alegar que um filme é menos substancial meramente por custar algumas centenas de milhões de dólares e usar tecnologias de ponta e declarar que um outro só porque, sei lá, é branco e preto, com granulação acentuada e tem planos sequências de 15 minutos e cheio de closes é obra de gênio, aí também não é só pose, é vigarice intelectual mesmo. Não há como levar a sério.

Há muitas possibilidades para justificar o fato de não se ter gostado de "Avatar" ou qualquer outro filme que leve uma boa carga de efeitos especiais. E há outras tantas para se justificar os prêmios dados à "Guerra ao terror" (que também tem efeitos) ou qualquer outro filme mais comedido tecnológicamente. Opiniões provavelmente bastante respeitáveis de ambos os casos devem pipocar aos montes em sites, revistas, jornais, blogs e onde mais for possível publicar. Só não dá pra tolerar alguém sem nenhum trabalho relevante de crítica bater o martelo em plena emissora top do país  que filmes com efeitos especiais não prestam.

E é José Wilker ou Rubens Ewald Filho que, vá lá, é infinitamente mais prudente que o primeiro e tem uma baita memória cinematográfica . Mas não é possível que só existam esses dois que possam comentar na o Oscar na Tv. E a Isabela Boscov? E Ana Maria Baiana? E o pessoal da SET ou da Movie?

Rubens Ewald Filho, aliás, também foi um tanto infeliz na TNT, no final da premiação, ao dizer que "a academia estava dando um tiro no próprio pé ao não premiar um filme milionário". Se um filme não é pior pelo tanto de efeitos que contém e pelo quanto custou, isso também não o faz o melhor.

Algo me diz que, embora tenham uma visão relativamente ampla do universo cinematográfico, esses senhores só estão esquecendo de analisar apenas uma coisa antes de emitirem seus juízos: a obra. E isso pode atrapalhar um pouco o resultado.



Escrito por Kleber Macedo às 02h26
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Trailer de longa de animação de Zack Snyder.

Está disponível no Yahoo um trailer de "Legend of the Guardians", longa de animação do mesmo estúdio de "Happy Feet" e dirigido por Zack Snyder, o mesmo de 300 e Watchmen, o que dá a entender que deverá ser uma baita aventura visualmente muito estilosa.

Confiram clicando aqui.



Escrito por Kleber Macedo às 19h05
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O legado de Toy Story.

Toy Story está momentaneamente em cartaz nos cinemas, agora em 3D. Este final de semana entrará também Toy Story 2. Ambos são responsáveis por um enorme legado, e deveriam voltar aos cinemas pelo menos de cinco em cinco anos para arrebatarem uma nova leva de fãs e aplacar o saudosismo de outros. Isso porque Toy Story teve o mesmo impacto na indústria cinematográfica e, principalmente, no mundo da animação, que Branca de Neve teve no início do século XX.

Depois de 1995 quando Woody, Buzz e seus demais amigos brinquedos ganharam vida e conquistaram o coração de milhões de pessoas, nunca mais se viu os longas de animação do mesmo jeito. Toy Story apresentou toda uma gama de avanços técnicos e de ferramentas até então impensável de se aplicar à uma obra daquele tamanho. E já despontava no filme o que se tornaria a marca maior do estúdio que o criou, uma história original, divertida e equilbrada como pouco se veria nas telonas depois.

Além de todo o reboliço no meio cinematográfico, Toy Story abriu um precedente de qualidade que, até o momento, não foi alcançado por outros grandes estúdios de animação, fazendo da Pixar Animation um gênero de si mesmo. As pessoas assistem "A era do gelo", "Shrek" e "o novo filme da Pixar". É um fenômeno e tanto. Não demorou muito tempo para que o estúdio da luminária suplantasse até mesmo a Disney, que sempre foi sua parceira desde o primeiro filme, causando uma revolução na casa do Mickey nos últimos anos.

Do primeiro para o segundo Toy Story já se percebeu um salto enorme tecnicamente e em qualidade de animação. Daqui alguns meses teremos o terceiro, todo feito e pensado para a onda 3D. Até em IMAX deve rolar. E na mão desses caras absolutamente apaixonados pelo que fazem, podemos ficar seguros de que os simpáticos brinquedos falantes que nos emocionaram há 15 anos não estarão apenas mais bonitos, mais vivos e mais convincentes do que no seu surgimento, mas também reforçarão a certeza do carinho e do cuidado cada vez maior com o qual a Pixar cuida de seus filmes e de seus personagens, o que explica porque eles sempre estiveram pelo menos um passo adiante dos demais estúdios.

Vida longa a Woody e sua turma.



Escrito por Kleber Macedo às 00h54
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Encontro dos companheiros.

Charge é pra ver e pensar. Usem a cuca vocês aí. A charge é do blog CUBA DEMOCRACIA Y VIDA, de cubanos exilados na Suécia. Pra quem estava meio distraído ou ocupado demais esses dias, vale lembrar que Lulão passou a semana em Cuba visitando os companheiros Castro.

Mas se quiserem uma análise substantiva mastigadinha da imagem, cliquem aqui e leiam o artigo de Reinaldo Azevedo, de onde peguei emprestada a ideia.



Escrito por Kleber Macedo às 12h07
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As apostas para o Oscar 2010

Falta pouco mais de uma semana para a grande premiação do cinema, a que vale mesmo, que é o Oscar. Promete-se uma cerimônia mais dinâmica, enxuta, mas com o glamour de sempre. Veremos.
E aqui vão as apostas do blog para os prêmios possíveis de avaliar, e quem gostaria que ganhasse, de forma rápida e enxuta, mas sem muito glamour.

ROTEIRO ORIGINAL
Ganha: Guerra ao terror.
Gostaria que ganhasse: Bastardos Inglórios.

ROTEIRO ADAPTADO

Ganha: Amor sem escalas.
Gostaria que ganhasse: Amor sem escalas.

EFEITOS ESPECIAIS
Ganha: Avatar.
Gostaria que ganhasse: Avatar.

MIXAGEM DE SOM
Ganha: Avatar.
Gostaria que ganhasse: Star Trek.

EDIÇÃO DE SOM
Ganha: Avatar.
Gostaria que ganhasse: Star Trek.

CANÇÃO
Ganha: The Weary Kind (Coração louco)
Gostaria que ganhasse: Down in New Orleans (A princesa e o sapo)

TRILHA SONORA
Ganha: Avatar.
Gostaria que ganhasse: Up.

CURTA DE ANIMAÇÃO
Ganha: A matter of loaf and death.
Gostaria que ganhasse: A matter of loaf and death.

MAQUIAGEM
Ganha: The young Victoria.
Gostaria que ganhasse: Star Trek.

EDIÇÃO

Ganha: Avatar.
Gostaria que ganhasse: Avatar.

FOTOGRAFIA
Ganha: Avatar.
Gostaria que ganhasse: Bastardos Inglórios.

DIREÇÃO DE ARTE
Ganha: Avatar.
Gostaria que ganhasse: Avatar.

LONGA DE ANIMAÇÃO
Ganha: Up.
Gostaria que ganhasse: Up.

ATRIZ COADJUVANTE
Ganha: Maggie Gyllenhaal.
Gostaria que ganhasse: Vera Farmiga.

ATRIZ
Ganha: Sandra Bullock.
Gostaria que ganhasse: Meryl Streep.

ATOR COADJUVANTE
Ganha: Christoph Waltz.
Gostaria que ganhasse: Christoph Waltz.
 
ATOR
Ganha: Jeff Bridges.
Gostaria que ganhasse: George Clooney.

DIREÇÃO
Ganha: Kathryn Bigelow.
Gostaria que ganhasse: James Cameron.

FILME
Ganha: Guerra ao terror.
Gostaria que ganhasse: Amor sem escalas.

Embora o e-mail irresponsável de um dos produtores de Guerra ao terror, Nicolas Chartier, pedindo votos contra “o filme de 500 milhões de dólares” possa colocar tudo a perder e dar a estatueta de bandeja para Avatar.



Escrito por Kleber Macedo às 21h12
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A grande obra de um governo na visão de Lula.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo de sexta-feira, Lula explicou o que, pra ele, é a grande obra de um governo.

O sr. não está desrespeitando a Lei Eleitoral, antecipando a campanha?
Não há nenhum desrespeito à Lei Eleitoral. Agora, o que as pessoas não podem é proibir que um presidente da República inaugure as obras que fez. Ora, qual é o papel da oposição? É criticar as coisas que nós não fizemos. Qual é o nosso papel? Mostrar coisas que nós fizemos e inaugurar.
Mas quem partilha dessa tese diz que o sr. praticamente pede votos para Dilma nas inaugurações…
Eu dizer que vou fazer meu sucessor é o mínimo que espero de mim. A grande obra de um governo é ele fazer seu sucessor. Não faz seu sucessor quem está pensando em voltar quatro anos depois. Aí prefere que ganhe o adversário, o que não é o meu caso.


Não é suficiente? Então aí vai mais.

O sr. não pensa mesmo em voltar à Presidência?
Não penso. Quem foi eleito presidente tem o direito legítimo de ser candidato à reeleição. Ponto pacífico. Essa é a prioridade número 1.


Se o tema reeleição não deixou ninguém boquiaberto, então vejam essas pérolas.

Por que é que o seu governo intercede em favor do governo do Irã?
Porque eu acho que essa coisa está mal resolvida. E o Irã não é o Iraque e todos nós sabemos que a guerra do Iraque foi uma mentira montada em cima de um país que não tinha as armas químicas que diziam que ele tinha. A gente se esqueceu que o cara que fiscalizava as armas químicas era um brasileiro, o embaixador Maurício Bustani, que foi decapitado a pedido do governo americano, para que não dissesse que não havia armas químicas no Iraque.
O sr. continua achando que a Venezuela é uma democracia?
Eu acho que a Venezuela é uma democracia.
E o seu governo aqui é o quê?
É uma hiper-democracia. O meu governo é a essência da democracia
.

É realmente difícil saber o que afronta mais a nossa inteligência, se a prioridade do seu governo ou sua visão de política internacional.



Escrito por Kleber Macedo às 01h44
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Ella canta Cole Porter: nós não merecemos tanto.

Ella Fitzgerald sings the Cole Porter Songbook não para de tocar há um mês, quase que diariamente, em tudo quando é coisa que eu possa espetar o fone, já que ainda não tenho as duas bolachinhas originais.

E é simples entender porque. Basta ouvir, por exemplo, o refrão da segunda música do disco um, "Anything goes":

"And though I'm not a great romancer
I know that I'm bound to answer
When you propose,
Anything goes"

cantado de maneira sublime por Ella Fitzgerald, e a vida já vale a pena. O que vem antes e depois nos dois discos faz qualquer um se sentir indigno.

Cole Porter é um dos mais conhecidos compositores e letristas do século XX e muitas de suas músicas podem ser ouvidas em vários clássicos do cinema e já foram interpretadas por gente do calibre de Frank Sinatra e Fred Astaire. Mas é nessa compilação com Ella em plena forma, assustadoramente afinada e com voz suave e aveludada que a coisa pega. Você vai ouvindo e se esparramando, até vir uma "Get out of town" e fazer imaginar o som de pedras de gelo tilintando em um copo a espera de algo extremamente alcoolico pra acompanhar.

Se ao ouvir uma "All through the night", "Let's do it", "It's Delovely" ou "You're the top" entre tantas outras conhecidas canções do disco você se pegar pensando "a vida devia ser bem melhor naquela época", leve em conta que, há 60 anos atrás, isso era música popular e talvez dê pra afirmar com certa segurança que sim, a vida era bem melhor naquela época.

Infelizmente, está bastante complicado encontrar o original no Brasil, onde os discos saíram separados. Mas isso não impede que vocês façam a lição de casa e ouçam essas pérola
s.



Escrito por Kleber Macedo às 01h57
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Um blog pra quem tem cartão internacional e um turu sobrando.

Lá nos primórdios do blog postei algumas imagens do livro "The art of Ponyo on the cliff by the sea" que surrupiei de um blog que é uma das fontes mais tentadoras de informação sobre esse tipo de publicação que já vi.

Trata-se do site "Parka Blogs" de propriedade de um rapaz de Singapura que deve torrar até o vale comida em livros de arte. Isso porque a quantidade de reviews que ele posta lá é absurda. Bom pra gente que pode conferir antecipadamente se e em que vale realmente a pena torrar o cartão internacional.

Se não tiver como comprar, pelo menos dá pra ficar vendo as imagens e babando no teclado.

Cliquem aqui, confiram e coloquem uma corrente bem apertada na carteira.



Escrito por Kleber Macedo às 21h00
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Nova adaptação de quadrinhos não economiza no politicamente incorreto.

Deem uma olhada nesse "red band trailer" da adaptação para o cinema de "Kick Ass", a divertida história em quadrinhos de um adolescente excluído e viciado em revistas de super-heróis que decide virar um paladino da justiça. Vejam como o negócio é pra lá de politicamente incorreto.

Se não dá nem pra ter ideia se o filme vai passar no Brasil, imagina então fazer um negócio desse por aqui. A menos, claro, que tenha garotos catarrentos desfavorecidos em favelas e tal. Aí tudo bem.

Os quadrinhos, por enquanto, também só lá fora.

Curtam aí a sutileza de Hit Girl, Kick Ass e companhia. Não esqueçam de colocar a data de nascimento nos quadrinhos e clicar em "submit", já que o trailer tem restrição de idade.



Escrito por Kleber Macedo às 20h32
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Um mês dos infernos.

Já não nos é nada fácil arrumar tempo pra todas as nossas atividades. É compromisso familiar daqui, encontro e viagens com amigos dali, trabalho, estudo, futebol no estádio e na tv, cinema, música, ler, escrever, namorada (pra quem tem) e por aí vai. Mas, para alguns de nós, ainda há mais um complicador que toma uma boa quantidade de tempo: games. E hoje, seja para PC, X-Box 360 ou Playstation 3, qualquer joguinho bobo toma horas e horas de atenção total com suas histórias intrincadas, personagens cada vez mais complexos e, invariavelmente, muito sangue.

Pois Fevereiro será um mês dos infernos em termos de brinquedinhos eletrônicos. Infernos mesmo, no plural. Afinal, no dia 9 será lançado o aguardadíssimo "Dante's Inferno", da Eletronic Arts, em que o jogador controla o cavaleiro Dante pelos nove círculos do Inferno, como descritos no clássico "A divina comédia" de Dante Alighieri, para salvar sua amada Beatrice. Ação desenfreada no melhor estilo God of War, mas com o suporte de uma história tão espetacular e com gráficos de cair o queixo.

Aí vocês podem pensar "Pô! Você não dá conta de um joguinho?" Um sim. O problema é que, de uma paulada só, no mesmo dia, sai também a continuação do já cultuado Bioshock. Não bastasse ter que encarar Lúcifer e seus comandados, lá vamos nós de novo pra sensacional cidade submersa de Rapture caçar "Little Sisters" e usar todos aqueles poderes malucos e armas com aspecto retrô.

Em "Bioshock 2", agora o jogador controla um dos grandalhões "Big Daddy" que irá enfrentar não uma Little, mas uma "Big Sister" que se modificou e tornou-se a nova regente de Rapture. Quem jogou o primeiro sabe que se trata de um dos maiores games de todos os tempos em todos os sentidos. E como, normalmente, em franquias de jogos eles melhoram a cada versão, então é quase certo que vai ser difícil sair da frente da Tv nas próximas semanas.

Quando der, literalmente, pausa em um dos dois jogos, apareço por aqui pra falar com vocês.



Escrito por Kleber Macedo às 01h22
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Uma porçãozinha de Brasil no Oscar

Há tempos que o Brasil não emplaca nada no Oscar. E se "Lula - o filho do Brasil" não for indicado pelo menos pra melhor filme estrangeiro no ano que vem, é capaz de Lula ter mais que uma hipertensão e ir a público esbravejar sobre os males do império e tal.

Mas na premiação deste ano surgiu uma surpresa (pra mim pelo menos) na categoria filme de animação.

Trata-se do europeu Brendan and the secrets of Kells que conta a história de uma lenda irlandesa. Por aqui o filme ficou pouquíssimo tempo em cartaz e seus horários o fizeram passar despercebido.

O que pouca gente sabe é que boa parte da animação foi feita no Brasil pela Lightstar Studios , dos mesmos donos da antiga Academia de Animação, hoje Art Academia, onde estudei e agora me aventuro como professor. O que importa é que, indiretamente, tem Brasil no Oscar de 2010.

Outro indicado, esse mais previsível que estaria mesmo, "A princesa e o sapo" também teve cerca de dez minutos produzidos no Brasil pelo estúdio HGN.

Não me surpreenderá ver dentro em breve uma co-produção ou, quem sabe, uma produção nacional de animação disputando ou, pelo menos, pré indicada ao Oscar. Espero que seja um em que eu trabalhe.

Enfim, um parabéns ao pessoal que ralou nessas produções e que só confirma que talento temos. Falta mesmo é um pouco mais de coragem dos estúdios de se aventurarem a produzir algo que não só publicidade.



Escrito por Kleber Macedo às 02h18
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